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Luiz Martins não parou as negociações para o desenvolvimento do golfe profissional

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Desde que voltou ao Brasil com boa saúde, mas que ainda inspira cuidados, Martins não parou as negociações para o desenvolvimento do golfe profissional, reunindo com vários empresários para solidificar as negociações para trazer para o Brasil o Curso de Capacitação do PGA Canada e o Elite Tour de Golfe um dos mais novos empreendimentos nos Estados Unidos preparado para atender aos novos jogadores que desejam preparar-se para os grandes tours.

O barulho nos negócios funciona assim, se o protocolo está mau, então o barulho aparece. Se o negócio está bem, já não tem barulho.
Até mesmo os expertos em negociações internacionais, pensam que protocolo é uma ferramenta do executivo que sai ao estrangeiro a negociar. Pode não ser decisivo, completa Luiz, mas a forma favorece o entendimento.
Pode fracassar um acordo porque um jogador falha no campo e no ambiente? Evidentemente, que sim.

Os profissionais verdadeiros que passaram anos ganhando seus trocados com os torneios sabem que a dificuldade de hoje foi provocada por alguns desses profissionais. As empresas em especial as asiáticas são os maiores patrocinadores do momento.

Por isso, nunca e demais atender bem o asiático no seu clube.
Conhecer um pouco de todos ajuda a ter melhores resultados nas negociações. Quem já negociou com empresas de países árabes sabe que a mão esquerda não se usa para nada (e a mão suja no entendimento deles) e os que já tiveram experiência com Alemanha sabe que deve marcar reuniões fora do horário de trabalho, porque la não e correto fazer horas extras.

O protocolo dos negócios é, no final, algo de sentido comum, que traduz simplesmente que “onde você for faça o que tiver que fazer”. Ao mesmo tempo que se conhece os dados económicos do país e da empresa, o que ajuda a estreitar distâncias nas negociações.

Martins viaja na próxima semana para encontrar com os Diretores Internacionais de empresas asiáticas com o objetivo de fomentar o patrocínio no golfe profissional brasileiro.
O objetivo e trazer o dinheiro internacional para o golfe nacional. Sem esquecer quando interesse mostrar humildade e quando arrogância.

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